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	<title>Acordem e Progresso &#187; Notícias políticas</title>
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	<description>Política simples e para todos</description>
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		<title>O desafio verde para o próximo Presidente</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 13:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1716" href="http://acordemeprogresso.org.br/o-desafio-verde-para-o-proximo-presidente/meio-ambiente11/"><img class="size-full wp-image-1716 alignleft" title="meio-ambiente11" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/10/meio-ambiente11.jpg" alt="" width="295" height="380" /></a>Os temas ambientais nunca tiveram tanto espaço na disputa presidencial quanto nesta eleição. Amazônia e jargões antes pouco conhecidos, como sustentabilidade e mudanças climáticas estão cada vez mais comuns no vocabulário dos candidatos. No entanto, muito além do discursos de campanha, o próximo presidente da República terá o desafio de manter as conquistas da área ambiental, impedir retrocessos na legislação e evitar que os compromissos sejam apenas maquiagem verde.</p>
<p>Entre os desafios, está o papel do Brasil em negociações ambientais internacionais no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente a de mudanças climáticas. Após o fracasso da Conferência das Partes (COP) em Copenhague, em 2009, há pouca expectativa de que o mundo consiga chegar a um substituto para o Protocolo de Quioto na próxima COP, marcada para dezembro no México.</p>
<p>“O próximo presidente terá a missão de fazer com que o Brasil não retroceda nos grandes acordos internacionais, como a convenção do clima e a da biodiversidade. Outra coisa é não permitir retrocessos aqui dentro, como aconteceu com a tentativa de alterar o Código Florestal”, disse o diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani.</p>
<p>Na Amazônia, a manutenção dos atuais índices de diminuição do desmatamento vai exigir novas estratégias do próximo governo. “Ainda tem muito a reduzir, e a questão fundiária não está resolvida”, afirmou Mantovani. Além de intensificar controle sobre a floresta, serão necessários investimentos mais robustos no monitoramento de outros biomas e a inclusão do Pampa e da Caatinga entre os patrimônios nacionais.</p>
<p>A contenção da fronteira agrícola sobre áreas de vegetação nativa – principalmente na Amazônia e no Cerrado – também deve continuar no foco da política ambiental do próximo governo.</p>
<p>Entre as questões urbanas, caberá aos novos governantes a implementação da recém-sancionada Política Nacional de Resíduos Sólidos – que proíbe lixões e estimula a coleta seletiva –, assim como a continuidade de medidas que entraram em vigor há pouco tempo, como a melhoria gradual na qualidade do diesel brasileiro e a obrigatoriedade de inspeção veicular para reduzir emissões de gases de efeito estufa e de poluentes.</p>
<p>Para o diretor-presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar, além de questões estruturais, os desafios ambientais para os próximos quatro anos também incluem mudança de comportamento dos cidadãos e dos hábitos de consumo, atualmente insustentáveis.</p>
<p>“Se o próximo governo continuar como os anteriores, sem procurar desenvolver a consciência da população em torno da questão de consumo, dos impactos do consumo sobre o Planeta e da possibilidade de cada consumidor contribuir positivamente, não vamos resolver os problemas ambientais”, disse.<br />
(Fonte: Luana Lourenço; Aécio Amado/ Agência Brasil)</p>
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		<title>Campanha 1.5</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 22:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A INTERNET evoluiu de uma forma que qualquer mensagem pode ser difundida simultaneamente por diversos canais diferentes. Sendo assim, um candidato político tem de se comunicar de  forma consistente e fluida através de diversas plataformas, sempre  adaptando sua mensagem para o seu público e para o meio onde é  transmitida.<span id="more-1694"></span></p>
<p>Nas eleições presidenciais deste ano, o que vemos são  candidatos que atuam bem em uma ou outra plataforma: Serra é muito bom  no Twitter, Dilma tem uma comunidade (que alguns chamam de &#8220;militância&#8221;)  muito forte na web (trunfo de seus simpatizantes) e Marina está fazendo  um bom trabalho nas redes sociais. O problema é que nenhum deles tem uma voz integrada com todas  as plataformas. Isso fica evidente pelo baixo aproveitamento do site  oficial tucano e pelo comportamento amador de Dilma no Twitter.</p>
<p>Chamo a campanha deste ano de &#8220;campanha 1.5&#8243;. Houve melhora  evidente comparada às eleições anteriores, que eram pré-Obama e quase  nulas na web, mas ainda fica distante da &#8220;alma&#8221; da web 2.0. Pelo menos podemos enxergar um começo -o importante é manter  um diálogo aberto entre o eleitor e o candidato, e o aumento no uso das  novas ferramentas sociais já demonstra um importante primeiro passo. Ao mesmo tempo, perguntamos se a web no Brasil efetivamente  provoca algum grande efeito no comportamento do eleitor. Com  aproximadamente 70 milhões de usuários de internet no Brasil, os sites  oficiais dos três principais candidatos não tiveram, juntos, nem meio  milhão de acessos no último mês.</p>
<p>Está claro que comícios e propaganda tradicional ainda são  mais fortes. Para uma campanha disputada (como esteve esta em alguns  momentos), o uso das novas mídias poderia ter surtido um efeito  transformador na trajetória das campanhas, mas não foi o que aconteceu.  Os internautas são desinteressados ou os candidatos é que são iniciantes  nessa comunicação digital?</p>
<p>Vamos analisar a situação atual dos candidatos e onde poderiam  melhorar. Quem foi buscar informações na internet sobre José Serra na  última semana ficou a ver navios. O candidato tirou o site oficial do  ar. O baixo acesso e a pouca relevância para a campanha foram os  motivos que levaram o tucano a contratar o &#8220;guru da internet&#8221; Ravi Singh  para administrar sua campanha on-line. Ele acabou por estruturar um  site que pede cadastro -e basicamente faz isso. Além de enviar e-mail não solicitado para muita gente (eu  mesmo acabo de receber um), qualquer fonte oficial de José Serra agora  pede cadastro, uma estratégia bastante correta se estivéssemos no começo  da campanha -resta ver se nesta reta final os esforços do guru serão  correspondidos. Muita bola vai rolar sobre esse assunto ainda.</p>
<p>Dilma peca em seu Twitter. Não foi uma vez que seus posts  abreviados e confusos foram publicados enquanto ela dava um discurso ou  participava em algum debate, o que mostra claramente a pouca  autenticidade de seu perfil no microblog, espaço onde seu adversário tem  familiaridade e reputação.</p>
<p>O que sobra é um desempenho melhor de Marina Silva, que, por  ter o apoio da juventude e de parte dos intelectuais da sociedade  brasileira, se mostrou um pouco mais forte na web. Em pesquisa realizada  em julho pelo M&amp;M Online, Marina ganharia se as eleições fossem na  internet.</p>
<p>Talvez o único trunfo deste ano na iniciativa on-line dos  candidatos tenha sido o sistema de arrecadação. Isso eles sabem fazer  muito bem. Todos os candidatos arrecadaram bastante dinheiro com  ferramentas da web.</p>
<p>Com o crescimento brutal da internet no Brasil, uma maior  familiaridade com as ferramentas sociais e uma atitude mais &#8220;aberta&#8221; dos  candidatos em relação à comunicação com o eleitor, poderemos ter uma  eleição &#8220;Obama&#8221; em quatro anos, com a web se posicionando como  ferramenta essencial nas eleições, devendo ser usada de forma criativa e  adequada, com potencial para eleger aquele que melhor utilizá-la.</p>
<p>JULIO VASCONCELLOS, 29, economista, é fundador e  presidente-executivo do site de compras coletivas Peixe Urbano e gerente  para o Brasil do Facebook.</p>
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		<title>Eleição abre caminho para nova geração de políticos</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 13:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[nova geração]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A eleição deste ano começa a dar projeção nacional a representantes de  uma nova geração de políticos. Se forem confirmados os resultados das  últimas pesquisas de opinião, nomes jovens e populares como o  ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB), e os governadores Eduardo  Campos (PSB), de Pernambuco, e Cid Gomes (PSB), do Ceará, sairão  fortalecidos das urnas em outubro.<br />
<span id="more-1689"></span><br />
Muitos com menos de 50 anos e  donos de altos índices de popularidade, esses políticos devem assumir um  papel de destaque na articulação política e construção de alianças no  próximo período, avaliam especialistas ouvidos pelo iG.</p>
<p>Para o  cientista político Antônio Lavareda, esses &#8220;novos nomes&#8221; surgem no  cenário político como alternativas para o próximo pleito presidencial e  serão figuras obrigatórias na composição das futuras chapas. Na opinião  do especialista, eles não substituirão necessariamente os velhos  caciques, mas terão poder para renovar a dinâmica política nacional.</p>
<p>“No  Brasil não existe uma troca de guarda ou de geração na política. Mas  esses novos nomes trazem um vigor diferente para a vida pública e podem  despertar mais entusiasmo nos jovens”, afirma Lavareda.</p>
<p>A lista,  apontam especialistas, inclui ainda os governadores da Bahia, Jaques  Wagner (PT), e do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Assim como Cid e Campos,  ambos podem vencer as eleições em seus Estados ainda no primeiro turno.</p>
<p>Os  quatro disputam a reeleição e, no próximo período, não poderão mais  concorrer ao cargo de governador, passando a integrar a lista de  possíveis candidatos ao Palácio do Planalto.</p>
<p>Apontado como  favorito na corrida pelo governo de Pernambuco, Campos tem 70% das  intenções de voto, segundo a última pesquisa Vox Populi. Aécio, que  chegou a cogitar a disputa presidencial este ano, chega a 64% das  intenções de voto na corrida ao Senado e comemora ao crescimento de seu  candidato ao governo mineiro, Antônio Anastasia.</p>
<p>“Esses novos  líderes terão o desafio de criar uma nova dinâmica entre oposição e  governo, viabilizando ou não a atuação do próximo presidente. Eles terão  enorme influência sobre o Congresso. O grande desafio deles é criar uma  nova forma de fazer política, diferente da que está aí”, afirma Fábio  Wanderley Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p><strong> Prévias </strong></p>
<p>Boa  parte dos membros da nova geração carrega a herança de políticos  importantes &#8211; Aécio é neto de Tancredo Neves e Eduardo Campos, de Miguel  Arraes. Na avaliação de Lavareda, eles serão capazes de “furar” a  barreira que existe dentro dos partidos em relação aos jovens políticos.</p>
<p>Para  o cientista político, a experiência e atuação em cargos públicos ainda  pesa na hora do voto, dificultando o surgimento de novos projetos e  visões sobre o País.</p>
<p>“Como no Brasil não existem as prévias  partidárias, os políticos jovens não encontram espaço nos partidos. Bill  Clinton e Barack Obama, por exemplo, eram políticos com pouquíssima  experiência antes de chegarem à Casa Branca. Conseguiram graças,  justamente, às prévias”, explica.</p>
<p>De acordo com Fábio Wanderley  Reis, líderes que podem surgir das urnas no próximo dia 3 de outubro  tendem ainda a substituir os políticos de mais idade. “A idade pesa,  mesmo para aqueles que insistem em continuar na vida pública. A  renovação das lideranças partidárias deve ser a grande novidade dessas  eleições”, analisa Reis.</p>
<p>Rodrigo Rodrigues</p>
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		<title>56 Prédios ociosos serão moradias populares</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[FAU]]></category>
		<category><![CDATA[moradias populares]]></category>
		<category><![CDATA[prédios ociosos]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5943"><img class="alignleft" title="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" src="http://www.jornaldocampus.usp.br/wp-content/uploads/2009/11/360_fupam.jpg" alt="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" width="240" height="360" />Mais  de 50 edifícios do centro da cidade de São Paulo serão transformados em  moradias populares. Os imóveis foram identificados como ociosos por uma  pesquisa da Fundação para Pesquisa Ambiental (Fupam), ligada à  Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, em consultoria para a Cohab  (Companhia Metropolitana de Habitação).</div>
<p>A pesquisa atualizou os levantamentos já existentes, na maioria  incompletos, sobre prédios ociosos no centro e selecionou edifícios com  características específicas procuradas pela Cohab que possam ser  revitalizados e vendidos à população de baixa renda. “Há prédios de  extraordinária qualidade, bem construídos, em locais muito  interessantes, que já têm escolas, transporte, metrô, toda  infra-estrutura. Não se pode aceitar urbanisticamente deixar esses  edifícios vazios, temos que aproveitá-los”, explica Fabio Mariz  Gonçalves, professor da FAU responsável pelo estudo.</p>
<h5>200 prédios, 2 meses</h5>
<p>O levantamento foi feito em apenas dois meses, por uma equipe de  cinco pessoas e concluído na última semana de outubro. Foram percorridas  todas as ruas, em grande parte a pé, dentro de um perímetro que  envolvia bairros centrais como República, Sé, Cambuci, Brás, Liberdade,  Bom Retiro, Santa Cecília, Bela Vista, Campos Elíseos e Bexiga. Quando  encontravam um edifício aparentemente desocupado, entrevistavam  porteiros e vizinhos para descobrir mais detalhes sobre o imóvel e  confirmar a sua situação.</p>
<p>“A princípio achamos que era possível obter o mapeamento a partir do  cruzamento de dados como baixo consumo de energia, dívida de IPTU, mas  esses dados não foram suficientes. Percorrendo as ruas dá para perceber  com maior facilidade que o edifício está desocupado, pela fachada,  janelas fechadas. Também conseguimos entrar em alguns, que tinham algum  zelador ou alguém tomando conta. Outros estão até lacrados”, conta  Rodrigo Minoru, arquiteto e ex-aluno da FAU que participou do estudo.</p>
<p>Foram mapeados 210 edifícios desocupados. Desses, 56 foram  selecionados levando em conta o porte necessário para que possam ser  desapropriados, revitalizados e reformados por um custo que compense.</p>
<h5>Valorizar o centro</h5>
<p>O estudo revela um novo direcionamento da Cohab: em vez de construir  Conjuntos Habitacionais na periferia, em terrenos sem infra-estrutura,  hoje prioriza a habitação em áreas mais centrais. “O gasto para  revitalizar os prédios desocupados é alto, mas antes apenas a unidade  construída saía barata. Gastava-se muito na compra do terreno, na  terraplanagem, para levar água, energia elétrica, transporte, na  construção de escola. Agora já se tem a infra-estrutura. O custo, que  antes era deixado à parte, agora já está embutido na unidade”, diz  Fabio.</p>
<p>“Antes de começar o levantamento, fomos visitar edifícios que já  estão em uso hoje, que a Cohab já reformou e já colocou moradores.  Alguns nos surpreenderam muito positivamente. O que está ocupado há mais  tempo, já faz mais de cinco anos, todas as famílias continuam lá e não  querem se mudar por nada, cuidam muito bem do prédio que está  impecavelmente mantido do elevador ao hall”, conclui o professor.</p>
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		<title>PCult</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Partido da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[PCult]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1606" href="http://acordemeprogresso.org.br/pcult-partido-da-cultura/pcult/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1606" title="PCULT" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/PCULT-600x73.jpg" alt="" width="600" height="73" /></a></p>
<p>O Partido da Cultura é uma mobilização  recente que já está fazendo muito barulho e unindo pessoas e organizações pelo mesmo objetivo, promover cultura! Não é um partido de verdade, e sim um movimento suprapartidário da sociedade civil que tem como missão lutar por um maior e melhor investimento em cultura..</p>
<p>O Acordem e Progresso sempre desenvolveu projetos culturais e acreditou no potencial da cultura como instrumento de conscientização e participação da sociedade, por isso apoiamos a iniciativa do PCult. Para ver quem mais está apoiando o PCult conheça <a  href="http://www.youtube.com/user/PartidodaCultura">aqui</a> o canal deles no youtube.</p>
<p>Veja abaixo o vídeo com nosso depoimento de apoio a causa:</p>
<p><object width="600" height="475"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="475" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Justiça invalida revisão do Plano Diretor</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 19:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[plano diretor]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo divulgou nesta quarta-feira a decisão de  invalidar o projeto de lei que fazia uma revisão no Plano Diretor do  Município de São Paulo. O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de São  Paulo determinou que a prefeitura assegure os princípios de participação  popular em relação aos atos de tramitação provenientes do Poder  Executivo.</p>
<p>Três anos atrasada, a revisão está travada na Câmara de Vereadores da  cidade, em meio a divergências e críticas de mais de 200 entidades. Ela  foi proposta pelo atual prefeito da cidade, Gilberto Kassab, em  junho de 2009.</p>
<p>&#8220;A gestão democrática impõe à municipalidade que, do início até o  término dos trabalhos do Plano Diretor, realize campanhas massivas de  conscientização e convocação dos munícipes, não só para audiências  públicas, mas sim, para promover a sua devida participação no processo  administrativo como um todo&#8221;, diz a sentença.</p>
<p>A invalidação do projeto de lei 01-0671/2007 foi pedida pela União dos  Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior, que apresentou  ação civil pública contra a prefeitura de São Paulo. A entidade alegou  que a administração municipal deixou de observar os princípios da gestão  democrática da cidade e da participação popular, restringindo a  participação dos cidadãos na votação do plano. Segundo o Tribunal de  Justiça de São Paulo, ainda cabe recurso.</p>
<p>Matéria publicada pelo<a  href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/" target="_blank"> Movimento Nossa São Paulo</a> em 12/08/2010</p>
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		<title>Usinas hidrelétricas e as comunidades nativas</title>
		<link>http://acordemeprogresso.org.br/usinas-hidreletricas-e-as-comunidades-indigenas-nativas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 17:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[usina hidrelétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1579" href="http://acordemeprogresso.org.br/usinas-hidreletricas-e-as-comunidades-indigenas-nativas/usina-itaipu-binacional/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1579" title="usina-itaipu-binacional" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/usina-itaipu-binacional-600x380.jpg" alt="" width="600" height="380" /></a></p>
<p>A geração  hidráulica é responsável por cerca de 40% da oferta interna de energia  no Brasil — percentual ligeiramente superior ao do petróleo e do gás  natural somados (37%) — e por mais de 90% do suprimento de eletricidade  no país. Somente cerca de 25% do total do potencial hidrelétrico  brasileiro (de aproximadamente 261 mil megawatts) corresponde a usinas  em operação, o que indica que a participação da energia hidráulica na  matriz energética brasileira deverá aumentar, sobretudo em razão do  aproveitamento do potencial da Amazônia, considerado uma das melhores  soluções para assegurar o suprimento da demanda de energia elétrica no  período 2005-2020. <span id="more-1516"></span>O país possui 403 usinas em operação e 25 em  construção, além de mais de 3.500 unidades  em fases diversas de  avaliação ou planejamento. No rio Paraná, situa-se a maior usina do  mundo, a Itaipu Binacional (foto), empreendimento conjunto do Brasil e  do Paraguai, com potência instalada de 12.600 megawatts (MW).</p>
<p><strong>Vantagens e Desvantagens</strong></p>
<p>Em comparação com as alternativas economicamente viáveis, as centrais hidrelétricas são consideradas formas mais eficientes, limpas e seguras de geração de energia. Suas atividades provocam emissão incomparavelmente menor de gases causadores do efeito estufa do que as das termelétricas movidas a combustíveis fósseis, além de não envolverem os riscos implicados, por exemplo, na operação das usinas nucleares (vazamento, contaminação de trabalhadores e da população com material radioativo etc.).</p>
<p>Por outro lado, a construção e a utilização de usinas pode ter uma série de conseqüências negativas, que abrangem desde alterações nas características climáticas, hidrológicas e geomorfológicas locais até a morte de espécies que vivem nas áreas de inundação e nas proximidades. O desajuste do regime hidrológico afeta a biodiversidade da planície e pode acarretar a interrupção do ciclo de vida de muitas espécies (mais comumente de peixes de grande porte e migratórios) o que, conseqüentemente, também afeta as populações ribeirinhas que vivem da pesca. Além disso, o represamento do rio e a formação do reservatório, aliado às modificações no ambiente decorrentes da presença do homem (principalmente pelas migrações relacionadas à obra) provocam o desequilíbrio do ecossistema e favorecem a propagação de endemias como a esquistossomose, a malária e o tracoma.</p>
<p>As preocupações relativas aos efeitos danosos dos empreendimentos      hidrelétricos convergem sobretudo para a região amazônica,      devido às peculiaridades locais. Em primeiro lugar, a área abriga      a floresta amazônica, maior bioma terrestre do mundo, e declarada patrimônio      nacional pela Constituição Federal (art. 225), o que torna mais      complexas as negociações para instalação de quaisquer      empreendimentos que provocam impactos ambientais e culturais. Além      disso, é a região onde se encontra a maior parte das comunidades      indígenas brasileiras, que pela Constituição Federal      não podem ser removidas de suas terras — exceto em casos de catástrofes      ou epidemias que ocasionem riscos à sua população, ou      para defender a soberania do país (o aproveitamento de recursos hídricos      nesses locais só pode ser feito com a autorização do      Congresso Nacional, e depois de ouvidas as comunidades implicadas). Adicionalmente,      a fragilidade de seus ecossistemas; seu atributo de regulador climático      do continente; sua riqueza em minérios e madeira; o fato de ter grande      parte de sua extensão ocupada pela floresta tropical úmida (da      qual depende seu ciclo hidrológico); e as intensas tensões sociais      existentes na região, entre outros fatores, exigem precauções      singulares para o aproveitamento do potencial da região.</p>
<p><strong>A População Indígena Nativa</strong></p>
<p>Um recente relatório publicado pela organização Survival International conclui que a população indígena está sofrendo &#8220;de forma desproporcional&#8221; o impacto negativo das usinas hidrelétricas construídas em suas terras de origem quase sem receber benefícios por isso.<br />
Segundo a entidade, há no mundo todo um forte aumento do ritmo de construção dessas usinas, várias delas com fundos do Banco Mundial, que exigem o alagamento de extensas áreas para as represas e forçam a retirada das comunidades nativas.<br />
Com fundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as comunidades ribeirinhas do rio Xingu também sofrerão o impacto da polêmica usina de Belo Monte, acrescenta o relatório.<br />
A Survival exemplifica também casos do Peru e da China para ilustrar o impacto negativo das hidrelétricas sobre comunidades nativas.</p>
<p>Hoje, 9 de agosto, é o Dia Internacional do Povos Indígenas, e um bom momento para repensar a postura da nossa sociedade em relação aos outros seres com os quais compartilhamos este mundo.</p>
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		<title>Afinal, o que é o Plano Diretor Estratégico?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 14:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[PDE]]></category>
		<category><![CDATA[plano diretor estratégico]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Diretor Estratégico (PDE) é definido pela Constituição Federal como um instrumento básico que estabelece diretrizes ao Poder Público e a iniciativa privada para a adequada ocupação do município, determinando o que pode e o que não pode ser construído em cada parte do mesmo. Na fase que antecede a aprovação do PDE, vereadores e representantes comunitários, através de audiências públicas e debates, discutem os problemas urbanos, planejando a construção de uma cidade sustentável para as presentes e futuras gerações.<span id="more-1508"></span><br />
Em São Paulo, o Plano Diretor vigente foi aprovado pela Lei nº 13.430, de 13 de setembro de 2002, com duração de 10 anos, ou seja, é válido até 2012. Mas está sendo discutido o <a  href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/noticias/?p=824">Projeto de Lei (PL) nº 671/2007,</a> uma proposta de revisão do mesmo.</p>
<p>A recente cassação de vereadores de São Paulo, em primeira instância, por terem recebido de 20% a 70% dos recursos de campanha da AIB (Associação Imobiliária Brasileira), deveria acarretar o adiamento ou cancelamento das discussões sobre a revisão do PDE. Esse é o ponto de vista de mais de 200 entidades da sociedade civil, entre elas o Movimento Nossa São Paulo, o Instituto Polis e o Voto Consciente, que tem se manifestado contra as profundas alterações que o projeto de lei pretende fazer no Plano Diretor vigente, acusando essa revisão de apenas beneficiar o mercado imobiliário.</p>
<p>A revisão do PDE está sendo constantemente discutida por ser tão polêmica e afetar diferentes interesses dentro da sociedade.  Veja algumas matérias interessantes, com pontos de vista diferentes, sobre o assunto:</p>
<p><a  href="http://www.iabsp.org.br/debates.asp?nota=55" target="_blank">Instituto de Arquitetos do Brasil</a></p>
<p><a  href="http://www.grupos.com.br/blog/plano-diretor/" target="_blank">Entidades Civis Organizadas</a></p>
<p><a  href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/noticias/?p=830" target="_blank"> Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano</a></p>
<p>Blogs:</p>
<p><a  href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/comeca-a-batalha-do-plano-diretor-em-sp/" target="_blank">http://blogdofavre.ig.com.br/</a></p>
<p><a  href="http://raquelrolnik.wordpress.com/2010/05/31/substitutivo-ao-plano-diretor-de-sao-paulo-vai-ser-votado-na-camara-municipal-alguem-nesta-cidade-sabe-o-que-tem-dentro-deste-projeto-de-lei/" target="_blank">http://raquelrolnik.wordpress.com/</a></p>
<p>Continuaremos divulgando novidades sobre o processo de revisão do Plano Diretor Estratégico. A sociedade civil deve se manter informada e participar desse debate!</p>
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		<title>Leis de iniciativa popular</title>
		<link>http://acordemeprogresso.org.br/leis-de-iniciativa-popular/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[lei de iniciativa popular]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente está em tramitação no Congresso um projeto que modifica a Lei  9.709 de 1998, para permitir a assinatura eletrônica para a  apresentação de projetos de lei de iniciativa popular! E para os projetos que  não conseguirem alcançar o número mínimo de assinaturas, que tramitem na  forma de sugestões legislativas, seguindo as mesmas normas de projetos  apresentados por sindicatos. Você pode apoiar e votar simbolicamente  através do <a  href="http://www.votenaweb.com.br/projetos/913" target="_blank">Vote na Web.</a><span id="more-1445"></span></p>
<p>A lei de iniciativa popular é um dos mecanismos de participação política de que nós cidadãos dispomos. Atualmente pudemos acompanhar como funciona esse processo através da Campanha Ficha Limpa, um exemplo de lei proposta pela população.</p>
<p>A Constituição de 1988 regulamentou que tanto os poderes executivo e legislativo, quanto qualquer cidadão, podem apresentar projetos que lei. E seja qual for sua fonte, ele terá que passar pela aprovação de deputados, senadores e do Presidente da República. Mas para que o seu projeto seja validado e entre na pauta de votação do Congresso, há um longo caminho. Pra começar, o cidadão precisa de um abaixo-assinado com, pelo menos, o equivalente a 1% da população eleitoral nacional, distribuídos por 5 estados diferentes e no mínimo 0,3% dos eleitores em cada uma dessas unidades. No Brasil, que tem mais de 135 milhões de eleitores, são necessárias mais de 1.350.000 assinaturas, contendo inclusive, o número do título de eleitor em cada uma delas!</p>
<p>Desde que a lei de iniciativa popular existe, apenas quatro propostas foram aprovadas pelo Congresso. Outras mobilizações aconteceram, mas em geral, os projetos encaminhados pela iniciativa popular são adotados por um parlamentar que garante sua tramitação no Congresso Nacional, assumindo assim a autoria do projeto.</p>
<p>Já temos mecanismos de participação! Mas precisamos disseminar as informações! Poucas pessoas sabem que podemos propor projetos de leis. Divulguem a matéria e apoiem o projeto de assinaturas eletrônicas no <a  href="http://www.votenaweb.com.br/projetos/913" target="_blank">Vote na Web. </a>Vamos tomar responsabilidade pela nossa política!</p>
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		<title>Dados sobre o eleitor de 2010</title>
		<link>http://acordemeprogresso.org.br/dados-sobre-o-eleitor-de-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados estatísticos divulgados ontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) revelam que as eleições deste ano terão a menor participação de jovens entre 16 e 17 anos -que votam por opção- das últimas três eleições.<br />
Hoje, o eleitorado brasileiro é formado por 2,39 milhões de pessoas nessa faixa etária. Há oito anos, em 2002, eram 2,21 milhões. Em 2004, subiu para 3,65 milhões, em 2006, caiu para 2,56 milhões, mas voltou a subir, para 2,92 milhões, dois anos depois.<span id="more-1376"></span><br />
O tribunal realiza campanhas de incentivo ao voto para essa faixa etária desde 2006 e não sabe explicar o motivo da queda. Técnicos do TSE afirmam, porém, que não é possível dizer que o único motivo é o menor interesse pela política.<br />
Segundo o assessor da corregedoria-geral do TSE Sérgio Cardoso, essa faixa etária é mais a volátil, já que é totalmente renovada a cada pleito -quem vota por opção em uma eleição, já votará obrigatoriamente na próxima.<br />
Esse grupo faz parte de um total de 135,8 milhões de eleitores que, de acordo com os dados divulgados ontem, estarão aptos a votar no próximo dia 3 de outubro. O numero é 7,8% maior do que registrado em 2006, ano das últimas eleições gerais.<br />
Naquele ano, 125,9 milhões de pessoas estavam aptas para ir às urnas. Dois anos depois, nas eleições municipais de 2008, o eleitorado brasileiro era formado por 130,3 milhões de pessoas.<br />
De uma eleição para outra, os dados divulgados pelo TSE mostram que o eleitorado cresce em média pouco mais de 4% a cada pleito.<br />
As mulheres continuam sendo maioria, representando 51,8% do total (ou 70,4 milhões), enquanto os homens representam 48,1% do total (65,2 milhões).<br />
Segundo os números, São Paulo ainda é o maior colégio eleitoral do país, formado por 30,3 milhões de pessoas (ou 22,3% do total), seguido por Minas Gerais (14,5 milhões ou 10,6%) e Rio de Janeiro (11,5 milhões ou 8,5%).</p>
<p>Felipe Seligman &#8211; Folha de S. Paulo</p>
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