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	<title>Acordem e Progresso</title>
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	<description>Política simples e para todos</description>
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		<title>Sustentabilidade Política</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 04:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Fernando Lucas.</strong></em> Artigo Publicado no Jornal Diário da Região em 28/04/2011.<a  rel="attachment wp-att-1752" href="http://acordemeprogresso.org.br/sustentabilidade-politica/28-04-sustentabilidade-politica-diario-da-regiao/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1752" title="Artigo 28.04 Sustentabilidade política - Diário da Região" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2011/05/28.04-Sustentabilidade-política-Diário-da-Região-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
Muito tem se falado sobre sustentabilidade. Infelizmente, mais do que tem se agido a respeito. Ações concretas estão de fato acontecendo em todos os cantos do mundo, cabe agora que isso se torne a regra, a prática e a norma, deixando de ser a exceção, a moda ou o assunto do momento.</p>
<p>É na questão pública e política que se dá de fato o inicio de toda a base para a sustentabilidade. Normas e leis criadas por quem tem mandato no poder legislativo, trazem conseqüências e abrangência que de fato, impactam na vida de centenas de milhões de pessoas por anos ou décadas.</p>
<p>Assim, como um amigo sempre costuma dizer nas reuniões do Instituto Acordem e Progresso, enquanto trabalhamos para plantar uma árvore, quem detém poder político pode com uma “canetada” só derrubar uma floresta inteira.</p>
<p>E o que vem a ser Sustentabilidade Política ou Gestão Pública Sustentável?</p>
<p>Sustentabilidade política é feita com a real participação popular nos conselhos municipais, nas sessões das câmaras de vereadores,  como é a base de propostas do Movimento Voto Consciente, por exemplo.</p>
<p>Sustentável é a política que não troca favor por voto. Para isso, não há como não defender o fim da reeleição para cargos executivos e limitar quantidade de mandatos consecutivos no legislativo para no máximo 2, por exemplo.</p>
<p>Sustentável é o político em cargos no executivo, além de fazer projetos que pensem não só nas exigências e necessidades de hoje, mas também discuta abertamente com a sociedade seus anseios e demandas, como se faz nos projetos de planejamento de Agenda 21.</p>
<p>Para fins de comparação, o faturamento no Brasil das 3 maiores redes de supermercado, o Pão de Açúcar, o Carrefour e o Wal-Mart somou em 2010 aproximadamente 87,5 bilhões de reais (maior que o PIB de muitos estados e que a grande maioria das cidades) e somadas, as redes empregam de 150.000 funcionários diretos. Se empresas privadas desse porte conseguem, no ambiente brasileiro, crescer, lucrar, se desenvolver e investir, o que acontece com a área pública que simplesmente não consegue acompanhar esse ritmo?</p>
<p>Não temos dúvidas que falta gestão e método, seriedade e governança, diminuição da burocracia e corrupção, visão e planejamento estratégico e, por fim, cobrança dos acionistas.</p>
<p>Então cabe a cada um de nós exercermos a cobrança e o acompanhamento. E cabe aos gestores públicos fazerem suas atuações públicas e políticas serem, enfim, sustentáveis.</p>
<p>Em tempo, assim como na iniciativa privada em que os líderes e executivos são escolhidos e aprovados pelos consumidores e acionistas, não nos esqueçamos que somos nós que escolhemos nossos gestores públicos. A sustentabilidade política começa em cada um de nós. A Gestão pública sustentável depende de quem nós elegemos para nos representar em todas as esferas.</p>
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		<title>Acordem e Progresso no Fórum Mundial de Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 04:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[acordem e progresso]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania web]]></category>
		<category><![CDATA[fernando lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Forum de Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1740" title="forum_mundial" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2011/03/forum_mundial1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>Fernando Lucas</p>
<p>representa o Movimento e Instituto Acordem e Progresso no Fórum Mundial de Sustentabilidade em Manaus, AM.</p>
<p><a  href="http://www.forumdesustentabilidade.com">www.forumdesustentabilidade.com</a></p>
<p>Assistindo palestras e painéis e participando ativamente ao lado de representantes de importantes movimentos como o WWF, o SOS Mata Atlântica, entre outros.</p>
<p>A presença como palestrantes como o ex-presidente americano Bill Clinton, do ex-governador da Califórnia, Arnold Arnold Schwarzenegger, de Richard Branson, do Grupo Virgin na Inglaterra, e de James Cameron (diretor do filme Avatar) entre outros, dão uma dimensão do tamanho e importância do evento.</p>
<p>Lucas no entanto mais se impressionou com a apresentação de Dan Epstein, Diretor de Sustentabilidade e Regeneração Urbana dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, pela visão de futuro, planejamento e execuções perfeitas desse projeto amplo de sustentabilidade e o exemplo e lições concretas que trazem ao Brasil, às vésperas de realizar uma Copa do Mundo em 2014 e uma Olimpíadas em 2016.</p>
<p>Muitas idéias e conteúdo, mas que precisará mais que visão dos lideres e capacidade de gestão para fazermos bem feito por aqui. Precisará de acompanhamento e apoio popular, a construção de uma visão coletiva e de país, que espera, segundo as palavras de Lucas</p>
<blockquote><p>&#8220;que possamos aprender com os exemplos aqui vistos para aproveitarmos tão importantes eventos em nosso favor, na construção de uma sociedade mais justa e organizada, e não somente os louros das semanas dos eventos. Quem sabe, uma visão única para nossa sociedade da importância dos Jogos e da Copa para nossa transformação social, cultural e de infra-estrutura não nos ajude a enfim criarmos uma visão de futuro para nossa Nação&#8221;.<a  rel="attachment wp-att-1739" href="http://acordemeprogresso.org.br/acordem-e-progresso-no-forum-mundial-de-sustentabilidade/raoni_lucas/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1739" title="raoni_lucas" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2011/03/raoni_lucas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p></blockquote>
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		<title>Roda de diálogo sobre Belo Monte &#8211; quarta 27/10</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- @font-face {   font-family: "Times New Roman"; }@font-face {   font-family: "Verdana"; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0in 0in 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; }p { margin-right: 0in; margin-left: 0in; font-size: 10pt; font-family: Times; }table.MsoNormalTable { font-size: 10pt; font-family: "Times New Roman"; }div.Section1 { page: Section1; } --><strong>Nesta quarta-feira, dia 27</strong>, haverá uma roda de diálogo na Sala Crisantempo em São Paulo, para aprofundar as questões envolvidas na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.<strong> </strong></p>
<p>O encontro contará a exposição do trabalho realizado pelo FIS (Formação Integrada para a Sustentabilidade), disciplina idealizada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV, que teve como objeto de estudo neste ano o <strong>Projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu.</strong> A análise foi feita de forma totalmente diferenciada: escutando todos os stakeholders, abrindo mente e coração, sentindo o futuro conforme emerge, prototipando soluções, buscando referenciais diversos, como antropologia, artes plásticas, design, finanças, filosofia, etc. Em seguida, a roda será aberta para o público participar do debate.</p>
<p>É muito importante que a sociedade civil compreenda as questões envolvidas e forme o seu próprio posicionamento.</p>
<p>Participe!</p>
<p><a  rel="attachment wp-att-1720" href="http://acordemeprogresso.org.br/roda-de-dialogo-sobre-belo-monte-quarta-2710/flyerbm/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1720" title="FLYERBM" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/10/FLYERBM-600x420.jpg" alt="" width="600" height="420" /></a></p>
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		<title>O desafio verde para o próximo Presidente</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 13:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1716" href="http://acordemeprogresso.org.br/o-desafio-verde-para-o-proximo-presidente/meio-ambiente11/"><img class="size-full wp-image-1716 alignleft" title="meio-ambiente11" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/10/meio-ambiente11.jpg" alt="" width="295" height="380" /></a>Os temas ambientais nunca tiveram tanto espaço na disputa presidencial quanto nesta eleição. Amazônia e jargões antes pouco conhecidos, como sustentabilidade e mudanças climáticas estão cada vez mais comuns no vocabulário dos candidatos. No entanto, muito além do discursos de campanha, o próximo presidente da República terá o desafio de manter as conquistas da área ambiental, impedir retrocessos na legislação e evitar que os compromissos sejam apenas maquiagem verde.</p>
<p>Entre os desafios, está o papel do Brasil em negociações ambientais internacionais no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente a de mudanças climáticas. Após o fracasso da Conferência das Partes (COP) em Copenhague, em 2009, há pouca expectativa de que o mundo consiga chegar a um substituto para o Protocolo de Quioto na próxima COP, marcada para dezembro no México.</p>
<p>“O próximo presidente terá a missão de fazer com que o Brasil não retroceda nos grandes acordos internacionais, como a convenção do clima e a da biodiversidade. Outra coisa é não permitir retrocessos aqui dentro, como aconteceu com a tentativa de alterar o Código Florestal”, disse o diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani.</p>
<p>Na Amazônia, a manutenção dos atuais índices de diminuição do desmatamento vai exigir novas estratégias do próximo governo. “Ainda tem muito a reduzir, e a questão fundiária não está resolvida”, afirmou Mantovani. Além de intensificar controle sobre a floresta, serão necessários investimentos mais robustos no monitoramento de outros biomas e a inclusão do Pampa e da Caatinga entre os patrimônios nacionais.</p>
<p>A contenção da fronteira agrícola sobre áreas de vegetação nativa – principalmente na Amazônia e no Cerrado – também deve continuar no foco da política ambiental do próximo governo.</p>
<p>Entre as questões urbanas, caberá aos novos governantes a implementação da recém-sancionada Política Nacional de Resíduos Sólidos – que proíbe lixões e estimula a coleta seletiva –, assim como a continuidade de medidas que entraram em vigor há pouco tempo, como a melhoria gradual na qualidade do diesel brasileiro e a obrigatoriedade de inspeção veicular para reduzir emissões de gases de efeito estufa e de poluentes.</p>
<p>Para o diretor-presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar, além de questões estruturais, os desafios ambientais para os próximos quatro anos também incluem mudança de comportamento dos cidadãos e dos hábitos de consumo, atualmente insustentáveis.</p>
<p>“Se o próximo governo continuar como os anteriores, sem procurar desenvolver a consciência da população em torno da questão de consumo, dos impactos do consumo sobre o Planeta e da possibilidade de cada consumidor contribuir positivamente, não vamos resolver os problemas ambientais”, disse.<br />
(Fonte: Luana Lourenço; Aécio Amado/ Agência Brasil)</p>
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		<title>Evento: O Jovem e a Política</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 21:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[jovens lideranças]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Qual é o futuro da política? O que os jovens de hoje pensam sobre ela? E quais são os jovens que estão fazendo política hoje? No dia 23 de setembro participe debate com representantes jovens dos partidos PSDB, PT, PSOL e PV:</p>
<p style="text-align: center;"><a  rel="attachment wp-att-1699" href="http://acordemeprogresso.org.br/evento-o-jovem-e-a-politica/convite_debate_o/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1699" title="&quot;Convite_Debate_O" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Convite_Debate_O.jpg" alt="" width="555" height="834" /></a></p>
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		<title>Campanha 1.5</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 22:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A INTERNET evoluiu de uma forma que qualquer mensagem pode ser difundida simultaneamente por diversos canais diferentes. Sendo assim, um candidato político tem de se comunicar de  forma consistente e fluida através de diversas plataformas, sempre  adaptando sua mensagem para o seu público e para o meio onde é  transmitida.<span id="more-1694"></span></p>
<p>Nas eleições presidenciais deste ano, o que vemos são  candidatos que atuam bem em uma ou outra plataforma: Serra é muito bom  no Twitter, Dilma tem uma comunidade (que alguns chamam de &#8220;militância&#8221;)  muito forte na web (trunfo de seus simpatizantes) e Marina está fazendo  um bom trabalho nas redes sociais. O problema é que nenhum deles tem uma voz integrada com todas  as plataformas. Isso fica evidente pelo baixo aproveitamento do site  oficial tucano e pelo comportamento amador de Dilma no Twitter.</p>
<p>Chamo a campanha deste ano de &#8220;campanha 1.5&#8243;. Houve melhora  evidente comparada às eleições anteriores, que eram pré-Obama e quase  nulas na web, mas ainda fica distante da &#8220;alma&#8221; da web 2.0. Pelo menos podemos enxergar um começo -o importante é manter  um diálogo aberto entre o eleitor e o candidato, e o aumento no uso das  novas ferramentas sociais já demonstra um importante primeiro passo. Ao mesmo tempo, perguntamos se a web no Brasil efetivamente  provoca algum grande efeito no comportamento do eleitor. Com  aproximadamente 70 milhões de usuários de internet no Brasil, os sites  oficiais dos três principais candidatos não tiveram, juntos, nem meio  milhão de acessos no último mês.</p>
<p>Está claro que comícios e propaganda tradicional ainda são  mais fortes. Para uma campanha disputada (como esteve esta em alguns  momentos), o uso das novas mídias poderia ter surtido um efeito  transformador na trajetória das campanhas, mas não foi o que aconteceu.  Os internautas são desinteressados ou os candidatos é que são iniciantes  nessa comunicação digital?</p>
<p>Vamos analisar a situação atual dos candidatos e onde poderiam  melhorar. Quem foi buscar informações na internet sobre José Serra na  última semana ficou a ver navios. O candidato tirou o site oficial do  ar. O baixo acesso e a pouca relevância para a campanha foram os  motivos que levaram o tucano a contratar o &#8220;guru da internet&#8221; Ravi Singh  para administrar sua campanha on-line. Ele acabou por estruturar um  site que pede cadastro -e basicamente faz isso. Além de enviar e-mail não solicitado para muita gente (eu  mesmo acabo de receber um), qualquer fonte oficial de José Serra agora  pede cadastro, uma estratégia bastante correta se estivéssemos no começo  da campanha -resta ver se nesta reta final os esforços do guru serão  correspondidos. Muita bola vai rolar sobre esse assunto ainda.</p>
<p>Dilma peca em seu Twitter. Não foi uma vez que seus posts  abreviados e confusos foram publicados enquanto ela dava um discurso ou  participava em algum debate, o que mostra claramente a pouca  autenticidade de seu perfil no microblog, espaço onde seu adversário tem  familiaridade e reputação.</p>
<p>O que sobra é um desempenho melhor de Marina Silva, que, por  ter o apoio da juventude e de parte dos intelectuais da sociedade  brasileira, se mostrou um pouco mais forte na web. Em pesquisa realizada  em julho pelo M&amp;M Online, Marina ganharia se as eleições fossem na  internet.</p>
<p>Talvez o único trunfo deste ano na iniciativa on-line dos  candidatos tenha sido o sistema de arrecadação. Isso eles sabem fazer  muito bem. Todos os candidatos arrecadaram bastante dinheiro com  ferramentas da web.</p>
<p>Com o crescimento brutal da internet no Brasil, uma maior  familiaridade com as ferramentas sociais e uma atitude mais &#8220;aberta&#8221; dos  candidatos em relação à comunicação com o eleitor, poderemos ter uma  eleição &#8220;Obama&#8221; em quatro anos, com a web se posicionando como  ferramenta essencial nas eleições, devendo ser usada de forma criativa e  adequada, com potencial para eleger aquele que melhor utilizá-la.</p>
<p>JULIO VASCONCELLOS, 29, economista, é fundador e  presidente-executivo do site de compras coletivas Peixe Urbano e gerente  para o Brasil do Facebook.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eleição abre caminho para nova geração de políticos</title>
		<link>http://acordemeprogresso.org.br/eleicao-abre-caminho-para-nova-geracao-de-politicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 13:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[nova geração]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A eleição deste ano começa a dar projeção nacional a representantes de  uma nova geração de políticos. Se forem confirmados os resultados das  últimas pesquisas de opinião, nomes jovens e populares como o  ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB), e os governadores Eduardo  Campos (PSB), de Pernambuco, e Cid Gomes (PSB), do Ceará, sairão  fortalecidos das urnas em outubro.<br />
<span id="more-1689"></span><br />
Muitos com menos de 50 anos e  donos de altos índices de popularidade, esses políticos devem assumir um  papel de destaque na articulação política e construção de alianças no  próximo período, avaliam especialistas ouvidos pelo iG.</p>
<p>Para o  cientista político Antônio Lavareda, esses &#8220;novos nomes&#8221; surgem no  cenário político como alternativas para o próximo pleito presidencial e  serão figuras obrigatórias na composição das futuras chapas. Na opinião  do especialista, eles não substituirão necessariamente os velhos  caciques, mas terão poder para renovar a dinâmica política nacional.</p>
<p>“No  Brasil não existe uma troca de guarda ou de geração na política. Mas  esses novos nomes trazem um vigor diferente para a vida pública e podem  despertar mais entusiasmo nos jovens”, afirma Lavareda.</p>
<p>A lista,  apontam especialistas, inclui ainda os governadores da Bahia, Jaques  Wagner (PT), e do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Assim como Cid e Campos,  ambos podem vencer as eleições em seus Estados ainda no primeiro turno.</p>
<p>Os  quatro disputam a reeleição e, no próximo período, não poderão mais  concorrer ao cargo de governador, passando a integrar a lista de  possíveis candidatos ao Palácio do Planalto.</p>
<p>Apontado como  favorito na corrida pelo governo de Pernambuco, Campos tem 70% das  intenções de voto, segundo a última pesquisa Vox Populi. Aécio, que  chegou a cogitar a disputa presidencial este ano, chega a 64% das  intenções de voto na corrida ao Senado e comemora ao crescimento de seu  candidato ao governo mineiro, Antônio Anastasia.</p>
<p>“Esses novos  líderes terão o desafio de criar uma nova dinâmica entre oposição e  governo, viabilizando ou não a atuação do próximo presidente. Eles terão  enorme influência sobre o Congresso. O grande desafio deles é criar uma  nova forma de fazer política, diferente da que está aí”, afirma Fábio  Wanderley Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p><strong> Prévias </strong></p>
<p>Boa  parte dos membros da nova geração carrega a herança de políticos  importantes &#8211; Aécio é neto de Tancredo Neves e Eduardo Campos, de Miguel  Arraes. Na avaliação de Lavareda, eles serão capazes de “furar” a  barreira que existe dentro dos partidos em relação aos jovens políticos.</p>
<p>Para  o cientista político, a experiência e atuação em cargos públicos ainda  pesa na hora do voto, dificultando o surgimento de novos projetos e  visões sobre o País.</p>
<p>“Como no Brasil não existem as prévias  partidárias, os políticos jovens não encontram espaço nos partidos. Bill  Clinton e Barack Obama, por exemplo, eram políticos com pouquíssima  experiência antes de chegarem à Casa Branca. Conseguiram graças,  justamente, às prévias”, explica.</p>
<p>De acordo com Fábio Wanderley  Reis, líderes que podem surgir das urnas no próximo dia 3 de outubro  tendem ainda a substituir os políticos de mais idade. “A idade pesa,  mesmo para aqueles que insistem em continuar na vida pública. A  renovação das lideranças partidárias deve ser a grande novidade dessas  eleições”, analisa Reis.</p>
<p>Rodrigo Rodrigues</p>
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		<title>56 Prédios ociosos serão moradias populares</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[FAU]]></category>
		<category><![CDATA[moradias populares]]></category>
		<category><![CDATA[prédios ociosos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5943"><img class="alignleft" title="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" src="http://www.jornaldocampus.usp.br/wp-content/uploads/2009/11/360_fupam.jpg" alt="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" width="240" height="360" />Mais  de 50 edifícios do centro da cidade de São Paulo serão transformados em  moradias populares. Os imóveis foram identificados como ociosos por uma  pesquisa da Fundação para Pesquisa Ambiental (Fupam), ligada à  Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, em consultoria para a Cohab  (Companhia Metropolitana de Habitação).</div>
<p>A pesquisa atualizou os levantamentos já existentes, na maioria  incompletos, sobre prédios ociosos no centro e selecionou edifícios com  características específicas procuradas pela Cohab que possam ser  revitalizados e vendidos à população de baixa renda. “Há prédios de  extraordinária qualidade, bem construídos, em locais muito  interessantes, que já têm escolas, transporte, metrô, toda  infra-estrutura. Não se pode aceitar urbanisticamente deixar esses  edifícios vazios, temos que aproveitá-los”, explica Fabio Mariz  Gonçalves, professor da FAU responsável pelo estudo.</p>
<h5>200 prédios, 2 meses</h5>
<p>O levantamento foi feito em apenas dois meses, por uma equipe de  cinco pessoas e concluído na última semana de outubro. Foram percorridas  todas as ruas, em grande parte a pé, dentro de um perímetro que  envolvia bairros centrais como República, Sé, Cambuci, Brás, Liberdade,  Bom Retiro, Santa Cecília, Bela Vista, Campos Elíseos e Bexiga. Quando  encontravam um edifício aparentemente desocupado, entrevistavam  porteiros e vizinhos para descobrir mais detalhes sobre o imóvel e  confirmar a sua situação.</p>
<p>“A princípio achamos que era possível obter o mapeamento a partir do  cruzamento de dados como baixo consumo de energia, dívida de IPTU, mas  esses dados não foram suficientes. Percorrendo as ruas dá para perceber  com maior facilidade que o edifício está desocupado, pela fachada,  janelas fechadas. Também conseguimos entrar em alguns, que tinham algum  zelador ou alguém tomando conta. Outros estão até lacrados”, conta  Rodrigo Minoru, arquiteto e ex-aluno da FAU que participou do estudo.</p>
<p>Foram mapeados 210 edifícios desocupados. Desses, 56 foram  selecionados levando em conta o porte necessário para que possam ser  desapropriados, revitalizados e reformados por um custo que compense.</p>
<h5>Valorizar o centro</h5>
<p>O estudo revela um novo direcionamento da Cohab: em vez de construir  Conjuntos Habitacionais na periferia, em terrenos sem infra-estrutura,  hoje prioriza a habitação em áreas mais centrais. “O gasto para  revitalizar os prédios desocupados é alto, mas antes apenas a unidade  construída saía barata. Gastava-se muito na compra do terreno, na  terraplanagem, para levar água, energia elétrica, transporte, na  construção de escola. Agora já se tem a infra-estrutura. O custo, que  antes era deixado à parte, agora já está embutido na unidade”, diz  Fabio.</p>
<p>“Antes de começar o levantamento, fomos visitar edifícios que já  estão em uso hoje, que a Cohab já reformou e já colocou moradores.  Alguns nos surpreenderam muito positivamente. O que está ocupado há mais  tempo, já faz mais de cinco anos, todas as famílias continuam lá e não  querem se mudar por nada, cuidam muito bem do prédio que está  impecavelmente mantido do elevador ao hall”, conclui o professor.</p>
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		<title>Amnésia, Memória e Mito Fundador</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 22:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Cultivar a memória é um ato de cidadania. Conhecer o passado, a  partir  de diversos pontos de vista, é um direito de todos nós. E também  um  dever. O Estado deve valorizar todas as formas de preservação e  memória,  tornando-a viva e presente em nosso cotidiano, auxiliando na   constituição de um novo mito fundador, pertencente ao conjunto da   população brasileira.</p>
<p>Através  da memória se constitui a identidade, o homem “sabe” quem é por  outras  referências a sua volta. Preservar a memória é uma forma de   possibilitar que outras pessoas tenham acesso a informações que serão   extremamente importantes para a construção de suas identidades. Não   quer dizer que irá se constituir uma identidade fixa com  referências  estabelecidas, mas sim contribuir com o processo de  construção de cada  sujeito através da identificação com as memórias  preservadas  contextualizando com o presente na expectativa de um  determinado  futuro.</p>
<p>O que reside na máxima “importância da preservação e memória dos  nossos  bens culturais”, qual é esse grau de importância, o que isso  realmente  quer dizer sobre, a partir e para a sociedade?</p>
<p>Esse significado guarda tais idiossincrasias. Quer dizer daquilo que é   fundamental, porque pertence ao nosso mito fundador, ao conjunto de   nosso símbolos existentes, e também porque sobretudo isso nos dá   identidade, nos situa, nos localiza. Isso em tempos de globalização,   quer dizer desafogamento, respiro, pausa. Em toda pausa, está guardada a   próxima ação, já dizia um poeta do movimento dançado. Assim, se faz na   memória das coisas: algo que já foi, diz sobre o que é, o que está;  nos  dá, pelo frescor de algum tipo de reconhecimento (já vi isso em  algum  lugar!) e identificação (sabe que já pensei isso um dia!), a doce  noção de  quem somos agora. O tempo, para a memória, não é linear,  continuado. É,  por assim dizer, em saltos de reconhecimento simbólico.  Assim, se não  estocamos devidamente nem acessamos nossa memória viva,  como dizer onde  estamos!</p>
<p>Ainda, pergunta-se: como tecer a teia da cultura se não sabemos o que   une os pontos? A memória, de outro modo, é capaz de tecer, entrever,   relacionar, se posta a ver e não permanecer escondida ou oculta, por   mero devaneio do poder ou pela ausência do poder fundador. Possibilitar   projetos que se ocupem da memória é tornar visível nossas estratégias  de  nos relacionar em sociedade, é abrir a caixa de pandora, mas não de   maneira caótica, mas de maneira poética, mas não assim   inconsequentemente, mas justamente sabendo cada passo, cada movimento,   cada consequência. A quem possa assistir, aqui vale uma referência   dançada: “Aquilo de que somos feitos” (2001), Lia Rodrigues, e ainda   tantos outros coreógrafos.</p>
<p>Falar de memória é performar nossa vida; assim se fazem os atos de  fala  (Austin) quando performamos a vida. O segundo aspecto que gostaria  de  ressaltar sobre a memória é justamente referente a performance da  vida: a  ordem da cidadania. Porque direitos e deveres são vida, e não  aspectos  dados a ela. É modo operante, é forma de vida (Agamben).  Assim, viver  não se limita àquilo que é inerente ou “de qualquer  maneira, se vive”,  mas sim “só se vive se…”, daí respondemos, direitos e  deveres forem  postos à mesa, e quem os coloca é a memória, porque só  ela é capaz de  afirmar que dança é sempre dança, aquele prédio é aquele  prédio, e não  nos permite esquecer. Não nos é dada a chance de  esquecer. Performar  para não esquecer, cidadania para não esquecer da  vida. A oportunidade  de lembrar se torna imprescindível. Ao performar a  vida, a memória nos  torna responsavéis. Assim, o que afirma-se ser uma  ato de cidadania é,  de fato, um ato da vida. A memória não é um luxo.</p>
<p>Há dois tipos de amnésia: a  retrógrada e a anterógrada. A retrógrada  é aquela mais conhecida  popularmente, caracterizada pela incapacidade  de lembrar fatos  anteriores ao trauma que a causou, os fatos antigos. A  anterógrada é  aquela parecida com a apresentada no filme Memento e  caracteriza-se pela  incapacidade de lembrar de fatos recentes,  posteriores ao trauma,  enquanto as lembranças anteriores, os fatos  antigos permanecem intactos. Desesperadamente intactos.</p>
<p><strong><strong></strong></strong>Acho que primeiro precisamos  identificar o trauma. Qual é o problema da  memória brasileira? Quando  aconteceu o trauma e qual foi a causa?</p>
<p>Depois, precisamos especificar o tipo de amnésia. Quando eu ouço o  termo  “mito fundador” associo à amnésia retrógrada imediatamente. E  associo  todos os projetos de restauração e preservação feitos pelo  Estado à  tentativas de curar esse tipo de esquecimento. Mas e a memória  recente?  Será que ela anda boa? Não seria a memória recente tão  importante quanto  a antiga na constituição da identidade? Assim como no  filme Memento,  driblar a amninésia anterógrada não poderia ser uma  alternativa para  alcançar o mito fundador e revisá-lo?</p>
<p>Quanto mais estruturados e desenvolvidos os espaços, museus, livros,   acervos, mídias e afins que prezam por manter viva a história cultural   da sociedade maior é o reconhecimento que essa tem por eles. Alguns   chegam a ser conhecidos mundialmente e tem a capacidade de auxiliar em   pesquisas nas mais diversas áreas. São ferramentas essenciais para o   conhecimento do passado, principalmente quando tem nele seu foco,   servindo apenas como instrumento, tendo a neutralidade como base e   interferindo o menos possível na construção de idéias do seu público,   deixando para que este sim a partir das informações obtidas crie faça   sua conclusão desenvolva seu ponto de vista.</p>
<p>Tornar a população mais consciente é benéfico em qualquer aspecto.  Mas  as vezes esse processo acontece de forma natural. Percebemos esse   movimento dentro de manifestações religiosas, que por fazerem parte do   cotidiano de algumas pessoas misturam-se com a sua história, com a sua   cultura e com a sua vida, que são mantidas e repassadas pois dentro de   muitas religiões manter a tradição é quase que um dogma. Ou nas   sociedades com tradição oral, que transmitem o conhecimento através de   histórias ou músicas que são passadas de uma geração para outra.</p>
<p>Talvez o mito fundador esteja vivo dentro desse conjunto da população brasileira e o necessário seja somente despertá-lo.</p>
<p><em>* texto colaborativo, desenvolvido pelos membros da rede <a  onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/opoderdacultura.ning.com/');" href="http://opoderdacultura.ning.com/" target="_blank">O Poder da Cultura</a>. Coautores: Wagner Ferraz (Porto Alegre-RS), Nirvana Marinho e Badah (São Paulo-SP) e Kika Pereira (Brasília-DF).</em></p>
</div>
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		<title>PCult</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Partido da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[PCult]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1606" href="http://acordemeprogresso.org.br/pcult-partido-da-cultura/pcult/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1606" title="PCULT" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/PCULT-600x73.jpg" alt="" width="600" height="73" /></a></p>
<p>O Partido da Cultura é uma mobilização  recente que já está fazendo muito barulho e unindo pessoas e organizações pelo mesmo objetivo, promover cultura! Não é um partido de verdade, e sim um movimento suprapartidário da sociedade civil que tem como missão lutar por um maior e melhor investimento em cultura..</p>
<p>O Acordem e Progresso sempre desenvolveu projetos culturais e acreditou no potencial da cultura como instrumento de conscientização e participação da sociedade, por isso apoiamos a iniciativa do PCult. Para ver quem mais está apoiando o PCult conheça <a  href="http://www.youtube.com/user/PartidodaCultura">aqui</a> o canal deles no youtube.</p>
<p>Veja abaixo o vídeo com nosso depoimento de apoio a causa:</p>
<p><object width="600" height="475"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="475" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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