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	<title>Acordem e Progresso</title>
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	<description>Política simples e para todos</description>
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		<title>56 Prédios ociosos serão moradias populares</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[FAU]]></category>
		<category><![CDATA[moradias populares]]></category>
		<category><![CDATA[prédios ociosos]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5943"><img class="alignleft" title="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" src="http://www.jornaldocampus.usp.br/wp-content/uploads/2009/11/360_fupam.jpg" alt="Prédio à direita será revitalizado como foi seu vizinho (foto: Fupam/FAU)" width="240" height="360" />Mais  de 50 edifícios do centro da cidade de São Paulo serão transformados em  moradias populares. Os imóveis foram identificados como ociosos por uma  pesquisa da Fundação para Pesquisa Ambiental (Fupam), ligada à  Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, em consultoria para a Cohab  (Companhia Metropolitana de Habitação).</div>
<p>A pesquisa atualizou os levantamentos já existentes, na maioria  incompletos, sobre prédios ociosos no centro e selecionou edifícios com  características específicas procuradas pela Cohab que possam ser  revitalizados e vendidos à população de baixa renda. “Há prédios de  extraordinária qualidade, bem construídos, em locais muito  interessantes, que já têm escolas, transporte, metrô, toda  infra-estrutura. Não se pode aceitar urbanisticamente deixar esses  edifícios vazios, temos que aproveitá-los”, explica Fabio Mariz  Gonçalves, professor da FAU responsável pelo estudo.</p>
<h5>200 prédios, 2 meses</h5>
<p>O levantamento foi feito em apenas dois meses, por uma equipe de  cinco pessoas e concluído na última semana de outubro. Foram percorridas  todas as ruas, em grande parte a pé, dentro de um perímetro que  envolvia bairros centrais como República, Sé, Cambuci, Brás, Liberdade,  Bom Retiro, Santa Cecília, Bela Vista, Campos Elíseos e Bexiga. Quando  encontravam um edifício aparentemente desocupado, entrevistavam  porteiros e vizinhos para descobrir mais detalhes sobre o imóvel e  confirmar a sua situação.</p>
<p>“A princípio achamos que era possível obter o mapeamento a partir do  cruzamento de dados como baixo consumo de energia, dívida de IPTU, mas  esses dados não foram suficientes. Percorrendo as ruas dá para perceber  com maior facilidade que o edifício está desocupado, pela fachada,  janelas fechadas. Também conseguimos entrar em alguns, que tinham algum  zelador ou alguém tomando conta. Outros estão até lacrados”, conta  Rodrigo Minoru, arquiteto e ex-aluno da FAU que participou do estudo.</p>
<p>Foram mapeados 210 edifícios desocupados. Desses, 56 foram  selecionados levando em conta o porte necessário para que possam ser  desapropriados, revitalizados e reformados por um custo que compense.</p>
<h5>Valorizar o centro</h5>
<p>O estudo revela um novo direcionamento da Cohab: em vez de construir  Conjuntos Habitacionais na periferia, em terrenos sem infra-estrutura,  hoje prioriza a habitação em áreas mais centrais. “O gasto para  revitalizar os prédios desocupados é alto, mas antes apenas a unidade  construída saía barata. Gastava-se muito na compra do terreno, na  terraplanagem, para levar água, energia elétrica, transporte, na  construção de escola. Agora já se tem a infra-estrutura. O custo, que  antes era deixado à parte, agora já está embutido na unidade”, diz  Fabio.</p>
<p>“Antes de começar o levantamento, fomos visitar edifícios que já  estão em uso hoje, que a Cohab já reformou e já colocou moradores.  Alguns nos surpreenderam muito positivamente. O que está ocupado há mais  tempo, já faz mais de cinco anos, todas as famílias continuam lá e não  querem se mudar por nada, cuidam muito bem do prédio que está  impecavelmente mantido do elevador ao hall”, conclui o professor.</p>
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		<title>Amnésia, Memória e Mito Fundador</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 22:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Cultivar a memória é um ato de cidadania. Conhecer o passado, a  partir  de diversos pontos de vista, é um direito de todos nós. E também  um  dever. O Estado deve valorizar todas as formas de preservação e  memória,  tornando-a viva e presente em nosso cotidiano, auxiliando na   constituição de um novo mito fundador, pertencente ao conjunto da   população brasileira.</p>
<p>Através  da memória se constitui a identidade, o homem “sabe” quem é por  outras  referências a sua volta. Preservar a memória é uma forma de   possibilitar que outras pessoas tenham acesso a informações que serão   extremamente importantes para a construção de suas identidades. Não   quer dizer que irá se constituir uma identidade fixa com  referências  estabelecidas, mas sim contribuir com o processo de  construção de cada  sujeito através da identificação com as memórias  preservadas  contextualizando com o presente na expectativa de um  determinado  futuro.</p>
<p>O que reside na máxima “importância da preservação e memória dos  nossos  bens culturais”, qual é esse grau de importância, o que isso  realmente  quer dizer sobre, a partir e para a sociedade?</p>
<p>Esse significado guarda tais idiossincrasias. Quer dizer daquilo que é   fundamental, porque pertence ao nosso mito fundador, ao conjunto de   nosso símbolos existentes, e também porque sobretudo isso nos dá   identidade, nos situa, nos localiza. Isso em tempos de globalização,   quer dizer desafogamento, respiro, pausa. Em toda pausa, está guardada a   próxima ação, já dizia um poeta do movimento dançado. Assim, se faz na   memória das coisas: algo que já foi, diz sobre o que é, o que está;  nos  dá, pelo frescor de algum tipo de reconhecimento (já vi isso em  algum  lugar!) e identificação (sabe que já pensei isso um dia!), a doce  noção de  quem somos agora. O tempo, para a memória, não é linear,  continuado. É,  por assim dizer, em saltos de reconhecimento simbólico.  Assim, se não  estocamos devidamente nem acessamos nossa memória viva,  como dizer onde  estamos!</p>
<p>Ainda, pergunta-se: como tecer a teia da cultura se não sabemos o que   une os pontos? A memória, de outro modo, é capaz de tecer, entrever,   relacionar, se posta a ver e não permanecer escondida ou oculta, por   mero devaneio do poder ou pela ausência do poder fundador. Possibilitar   projetos que se ocupem da memória é tornar visível nossas estratégias  de  nos relacionar em sociedade, é abrir a caixa de pandora, mas não de   maneira caótica, mas de maneira poética, mas não assim   inconsequentemente, mas justamente sabendo cada passo, cada movimento,   cada consequência. A quem possa assistir, aqui vale uma referência   dançada: “Aquilo de que somos feitos” (2001), Lia Rodrigues, e ainda   tantos outros coreógrafos.</p>
<p>Falar de memória é performar nossa vida; assim se fazem os atos de  fala  (Austin) quando performamos a vida. O segundo aspecto que gostaria  de  ressaltar sobre a memória é justamente referente a performance da  vida: a  ordem da cidadania. Porque direitos e deveres são vida, e não  aspectos  dados a ela. É modo operante, é forma de vida (Agamben).  Assim, viver  não se limita àquilo que é inerente ou “de qualquer  maneira, se vive”,  mas sim “só se vive se…”, daí respondemos, direitos e  deveres forem  postos à mesa, e quem os coloca é a memória, porque só  ela é capaz de  afirmar que dança é sempre dança, aquele prédio é aquele  prédio, e não  nos permite esquecer. Não nos é dada a chance de  esquecer. Performar  para não esquecer, cidadania para não esquecer da  vida. A oportunidade  de lembrar se torna imprescindível. Ao performar a  vida, a memória nos  torna responsavéis. Assim, o que afirma-se ser uma  ato de cidadania é,  de fato, um ato da vida. A memória não é um luxo.</p>
<p>Há dois tipos de amnésia: a  retrógrada e a anterógrada. A retrógrada  é aquela mais conhecida  popularmente, caracterizada pela incapacidade  de lembrar fatos  anteriores ao trauma que a causou, os fatos antigos. A  anterógrada é  aquela parecida com a apresentada no filme Memento e  caracteriza-se pela  incapacidade de lembrar de fatos recentes,  posteriores ao trauma,  enquanto as lembranças anteriores, os fatos  antigos permanecem intactos. Desesperadamente intactos.</p>
<p><strong><strong></strong></strong>Acho que primeiro precisamos  identificar o trauma. Qual é o problema da  memória brasileira? Quando  aconteceu o trauma e qual foi a causa?</p>
<p>Depois, precisamos especificar o tipo de amnésia. Quando eu ouço o  termo  “mito fundador” associo à amnésia retrógrada imediatamente. E  associo  todos os projetos de restauração e preservação feitos pelo  Estado à  tentativas de curar esse tipo de esquecimento. Mas e a memória  recente?  Será que ela anda boa? Não seria a memória recente tão  importante quanto  a antiga na constituição da identidade? Assim como no  filme Memento,  driblar a amninésia anterógrada não poderia ser uma  alternativa para  alcançar o mito fundador e revisá-lo?</p>
<p>Quanto mais estruturados e desenvolvidos os espaços, museus, livros,   acervos, mídias e afins que prezam por manter viva a história cultural   da sociedade maior é o reconhecimento que essa tem por eles. Alguns   chegam a ser conhecidos mundialmente e tem a capacidade de auxiliar em   pesquisas nas mais diversas áreas. São ferramentas essenciais para o   conhecimento do passado, principalmente quando tem nele seu foco,   servindo apenas como instrumento, tendo a neutralidade como base e   interferindo o menos possível na construção de idéias do seu público,   deixando para que este sim a partir das informações obtidas crie faça   sua conclusão desenvolva seu ponto de vista.</p>
<p>Tornar a população mais consciente é benéfico em qualquer aspecto.  Mas  as vezes esse processo acontece de forma natural. Percebemos esse   movimento dentro de manifestações religiosas, que por fazerem parte do   cotidiano de algumas pessoas misturam-se com a sua história, com a sua   cultura e com a sua vida, que são mantidas e repassadas pois dentro de   muitas religiões manter a tradição é quase que um dogma. Ou nas   sociedades com tradição oral, que transmitem o conhecimento através de   histórias ou músicas que são passadas de uma geração para outra.</p>
<p>Talvez o mito fundador esteja vivo dentro desse conjunto da população brasileira e o necessário seja somente despertá-lo.</p>
<p><em>* texto colaborativo, desenvolvido pelos membros da rede <a  onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/opoderdacultura.ning.com/');" href="http://opoderdacultura.ning.com/" target="_blank">O Poder da Cultura</a>. Coautores: Wagner Ferraz (Porto Alegre-RS), Nirvana Marinho e Badah (São Paulo-SP) e Kika Pereira (Brasília-DF).</em></p>
</div>
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		<title>PCult</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Partido da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[PCult]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1606" href="http://acordemeprogresso.org.br/pcult-partido-da-cultura/pcult/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1606" title="PCULT" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/PCULT-600x73.jpg" alt="" width="600" height="73" /></a></p>
<p>O Partido da Cultura é uma mobilização  recente que já está fazendo muito barulho e unindo pessoas e organizações pelo mesmo objetivo, promover cultura! Não é um partido de verdade, e sim um movimento suprapartidário da sociedade civil que tem como missão lutar por um maior e melhor investimento em cultura..</p>
<p>O Acordem e Progresso sempre desenvolveu projetos culturais e acreditou no potencial da cultura como instrumento de conscientização e participação da sociedade, por isso apoiamos a iniciativa do PCult. Para ver quem mais está apoiando o PCult conheça <a  href="http://www.youtube.com/user/PartidodaCultura">aqui</a> o canal deles no youtube.</p>
<p>Veja abaixo o vídeo com nosso depoimento de apoio a causa:</p>
<p><object width="600" height="475"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0HJTpGIs_GQ?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="475" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Justiça invalida revisão do Plano Diretor</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 19:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[plano diretor]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo divulgou nesta quarta-feira a decisão de  invalidar o projeto de lei que fazia uma revisão no Plano Diretor do  Município de São Paulo. O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de São  Paulo determinou que a prefeitura assegure os princípios de participação  popular em relação aos atos de tramitação provenientes do Poder  Executivo.</p>
<p>Três anos atrasada, a revisão está travada na Câmara de Vereadores da  cidade, em meio a divergências e críticas de mais de 200 entidades. Ela  foi proposta pelo atual prefeito da cidade, Gilberto Kassab, em  junho de 2009.</p>
<p>&#8220;A gestão democrática impõe à municipalidade que, do início até o  término dos trabalhos do Plano Diretor, realize campanhas massivas de  conscientização e convocação dos munícipes, não só para audiências  públicas, mas sim, para promover a sua devida participação no processo  administrativo como um todo&#8221;, diz a sentença.</p>
<p>A invalidação do projeto de lei 01-0671/2007 foi pedida pela União dos  Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior, que apresentou  ação civil pública contra a prefeitura de São Paulo. A entidade alegou  que a administração municipal deixou de observar os princípios da gestão  democrática da cidade e da participação popular, restringindo a  participação dos cidadãos na votação do plano. Segundo o Tribunal de  Justiça de São Paulo, ainda cabe recurso.</p>
<p>Matéria publicada pelo<a  href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/" target="_blank"> Movimento Nossa São Paulo</a> em 12/08/2010</p>
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		<title>Eleitor com memória de elefante</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 13:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania web]]></category>
		<category><![CDATA[eu lembro]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1583" href="http://acordemeprogresso.org.br/eleitor-com-memoria-de-elefante/elefantegrande2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1583" title="elefantegrande2" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/elefantegrande2.jpg" alt="" width="532" height="185" /></a></p>
<p>A partir do dia 9 de agosto, nós brasileiros contamos com mais uma ferramenta de cidadania web, o site<a  href="http://www.eulembro.com.br/"> Eu Lembro</a>. Com ele você pode entender a função de cargos do executivo e legislativo, buscar informações de candidatos e ajudar a elegê-los através da simulação de uma votação. Os seus votos ficam armazenados, e você pode consultá-los, para não se esquecer quem foi aquele que mereceu a sua confiança nas últimas eleições.</p>
<p>A cidania web é um movimento que tem crescido muito com o surgimento de novos sites, como o Eu Lembro, que são de fácil interação e trazem questões de forma leve e descontraída, estimulando o interesse do jovem pela vida política do país através da internet.</p>
<p>Temos que saber utilizar esse novo meio de comunicação de forma criativa e adaptada a realidade que vivemos hoje. O Acordem e Progresso dá boas vindas e boa sorte à mais um parceiro na luta contra a apatia e o desinteresse político!</p>
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		<title>Usinas hidrelétricas e as comunidades nativas</title>
		<link>http://acordemeprogresso.org.br/usinas-hidreletricas-e-as-comunidades-indigenas-nativas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 17:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[usina hidrelétrica]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1579" href="http://acordemeprogresso.org.br/usinas-hidreletricas-e-as-comunidades-indigenas-nativas/usina-itaipu-binacional/"><img class="aligncenter size-large wp-image-1579" title="usina-itaipu-binacional" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/08/usina-itaipu-binacional-600x380.jpg" alt="" width="600" height="380" /></a></p>
<p>A geração  hidráulica é responsável por cerca de 40% da oferta interna de energia  no Brasil — percentual ligeiramente superior ao do petróleo e do gás  natural somados (37%) — e por mais de 90% do suprimento de eletricidade  no país. Somente cerca de 25% do total do potencial hidrelétrico  brasileiro (de aproximadamente 261 mil megawatts) corresponde a usinas  em operação, o que indica que a participação da energia hidráulica na  matriz energética brasileira deverá aumentar, sobretudo em razão do  aproveitamento do potencial da Amazônia, considerado uma das melhores  soluções para assegurar o suprimento da demanda de energia elétrica no  período 2005-2020. <span id="more-1516"></span>O país possui 403 usinas em operação e 25 em  construção, além de mais de 3.500 unidades  em fases diversas de  avaliação ou planejamento. No rio Paraná, situa-se a maior usina do  mundo, a Itaipu Binacional (foto), empreendimento conjunto do Brasil e  do Paraguai, com potência instalada de 12.600 megawatts (MW).</p>
<p><strong>Vantagens e Desvantagens</strong></p>
<p>Em comparação com as alternativas economicamente viáveis, as centrais hidrelétricas são consideradas formas mais eficientes, limpas e seguras de geração de energia. Suas atividades provocam emissão incomparavelmente menor de gases causadores do efeito estufa do que as das termelétricas movidas a combustíveis fósseis, além de não envolverem os riscos implicados, por exemplo, na operação das usinas nucleares (vazamento, contaminação de trabalhadores e da população com material radioativo etc.).</p>
<p>Por outro lado, a construção e a utilização de usinas pode ter uma série de conseqüências negativas, que abrangem desde alterações nas características climáticas, hidrológicas e geomorfológicas locais até a morte de espécies que vivem nas áreas de inundação e nas proximidades. O desajuste do regime hidrológico afeta a biodiversidade da planície e pode acarretar a interrupção do ciclo de vida de muitas espécies (mais comumente de peixes de grande porte e migratórios) o que, conseqüentemente, também afeta as populações ribeirinhas que vivem da pesca. Além disso, o represamento do rio e a formação do reservatório, aliado às modificações no ambiente decorrentes da presença do homem (principalmente pelas migrações relacionadas à obra) provocam o desequilíbrio do ecossistema e favorecem a propagação de endemias como a esquistossomose, a malária e o tracoma.</p>
<p>As preocupações relativas aos efeitos danosos dos empreendimentos      hidrelétricos convergem sobretudo para a região amazônica,      devido às peculiaridades locais. Em primeiro lugar, a área abriga      a floresta amazônica, maior bioma terrestre do mundo, e declarada patrimônio      nacional pela Constituição Federal (art. 225), o que torna mais      complexas as negociações para instalação de quaisquer      empreendimentos que provocam impactos ambientais e culturais. Além      disso, é a região onde se encontra a maior parte das comunidades      indígenas brasileiras, que pela Constituição Federal      não podem ser removidas de suas terras — exceto em casos de catástrofes      ou epidemias que ocasionem riscos à sua população, ou      para defender a soberania do país (o aproveitamento de recursos hídricos      nesses locais só pode ser feito com a autorização do      Congresso Nacional, e depois de ouvidas as comunidades implicadas). Adicionalmente,      a fragilidade de seus ecossistemas; seu atributo de regulador climático      do continente; sua riqueza em minérios e madeira; o fato de ter grande      parte de sua extensão ocupada pela floresta tropical úmida (da      qual depende seu ciclo hidrológico); e as intensas tensões sociais      existentes na região, entre outros fatores, exigem precauções      singulares para o aproveitamento do potencial da região.</p>
<p><strong>A População Indígena Nativa</strong></p>
<p>Um recente relatório publicado pela organização Survival International conclui que a população indígena está sofrendo &#8220;de forma desproporcional&#8221; o impacto negativo das usinas hidrelétricas construídas em suas terras de origem quase sem receber benefícios por isso.<br />
Segundo a entidade, há no mundo todo um forte aumento do ritmo de construção dessas usinas, várias delas com fundos do Banco Mundial, que exigem o alagamento de extensas áreas para as represas e forçam a retirada das comunidades nativas.<br />
Com fundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as comunidades ribeirinhas do rio Xingu também sofrerão o impacto da polêmica usina de Belo Monte, acrescenta o relatório.<br />
A Survival exemplifica também casos do Peru e da China para ilustrar o impacto negativo das hidrelétricas sobre comunidades nativas.</p>
<p>Hoje, 9 de agosto, é o Dia Internacional do Povos Indígenas, e um bom momento para repensar a postura da nossa sociedade em relação aos outros seres com os quais compartilhamos este mundo.</p>
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		<title>Afinal, o que é o Plano Diretor Estratégico?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 14:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[PDE]]></category>
		<category><![CDATA[plano diretor estratégico]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Diretor Estratégico (PDE) é definido pela Constituição Federal como um instrumento básico que estabelece diretrizes ao Poder Público e a iniciativa privada para a adequada ocupação do município, determinando o que pode e o que não pode ser construído em cada parte do mesmo. Na fase que antecede a aprovação do PDE, vereadores e representantes comunitários, através de audiências públicas e debates, discutem os problemas urbanos, planejando a construção de uma cidade sustentável para as presentes e futuras gerações.<span id="more-1508"></span><br />
Em São Paulo, o Plano Diretor vigente foi aprovado pela Lei nº 13.430, de 13 de setembro de 2002, com duração de 10 anos, ou seja, é válido até 2012. Mas está sendo discutido o <a  href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/noticias/?p=824">Projeto de Lei (PL) nº 671/2007,</a> uma proposta de revisão do mesmo.</p>
<p>A recente cassação de vereadores de São Paulo, em primeira instância, por terem recebido de 20% a 70% dos recursos de campanha da AIB (Associação Imobiliária Brasileira), deveria acarretar o adiamento ou cancelamento das discussões sobre a revisão do PDE. Esse é o ponto de vista de mais de 200 entidades da sociedade civil, entre elas o Movimento Nossa São Paulo, o Instituto Polis e o Voto Consciente, que tem se manifestado contra as profundas alterações que o projeto de lei pretende fazer no Plano Diretor vigente, acusando essa revisão de apenas beneficiar o mercado imobiliário.</p>
<p>A revisão do PDE está sendo constantemente discutida por ser tão polêmica e afetar diferentes interesses dentro da sociedade.  Veja algumas matérias interessantes, com pontos de vista diferentes, sobre o assunto:</p>
<p><a  href="http://www.iabsp.org.br/debates.asp?nota=55" target="_blank">Instituto de Arquitetos do Brasil</a></p>
<p><a  href="http://www.grupos.com.br/blog/plano-diretor/" target="_blank">Entidades Civis Organizadas</a></p>
<p><a  href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/noticias/?p=830" target="_blank"> Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano</a></p>
<p>Blogs:</p>
<p><a  href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/comeca-a-batalha-do-plano-diretor-em-sp/" target="_blank">http://blogdofavre.ig.com.br/</a></p>
<p><a  href="http://raquelrolnik.wordpress.com/2010/05/31/substitutivo-ao-plano-diretor-de-sao-paulo-vai-ser-votado-na-camara-municipal-alguem-nesta-cidade-sabe-o-que-tem-dentro-deste-projeto-de-lei/" target="_blank">http://raquelrolnik.wordpress.com/</a></p>
<p>Continuaremos divulgando novidades sobre o processo de revisão do Plano Diretor Estratégico. A sociedade civil deve se manter informada e participar desse debate!</p>
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		<title>Ficha Limpa lança site</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Mey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania web]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[FIcha Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
		<category><![CDATA[webcidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a  rel="attachment wp-att-1497" href="http://acordemeprogresso.org.br/ficha-limpa-lanca-site/ficha-limpa-limpa/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1497" title="ficha-limpa" src="http://acordemeprogresso.org.br/wp-content/uploads/2010/07/ficha-limpa-limpa-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a>O projeto Ficha Limpa, já tão conhecido, debatido, criticado e, principalmente, apoiado por milhões de brasileiros pelo país afora, já conquistou algumas vitórias. A maior de todas, com certeza, é a sanção da própria lei (<a  href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp135.htm#art2" target="_blank">Lei Complementar nº. 135</a>) que leva o nome do projeto. Mas além dessa, há algumas outras bem importantes.</p>
<p>Com destaque para a grande mobilização, durante o processo, que gerou um enorme debate sobre o assunto na mídia e sociedade, levantando a bola da questão da transparência na política e da escolha mais consciente de candidatos nas eleições.<br />
E agora contamos com mais uma vitória traduzida em benefício, que promete ajudar a &#8220;limpar&#8221; a área: o site <a  href="http://www.fichalimpa.org.br" target="_blank">www.fichalimpa.org.br</a>!</p>
<p>Figurando como mais um instrumento de cidadania na web (ou webcidadania), título que ganhou sites que oferecem maneiras de exercer cidadania pela internet,  o site oferece a possibilidade de os eleitores consultarem se seus candidatos se encontram na lista dos políticos &#8220;Ficha Limpa&#8221;.</p>
<p>O site é novo e ainda não tem muito conteúdo. Mas já vale o reconhecimento da iniciativa.</p>
<p>Seu mecanismo de funcionamento depende de “um cadastro voluntário e positivo de candidatos que atendem à Lei Ficha Limpa e se comprometem com a transparência de sua campanha eleitoral”, diz o site. Mediante o envio de documentação que comprove atendimento à lei e atualização semanal de prestação de contas da campanha, o candidato passa a figurar na lista de “Candidatos Ficha Limpa” onde, por meio de consultas por nome, número, cargo eletivo para o qual está se candidatando, estado, partido, gênero, idade e cor/etnia (nomenclatura de acordo com o IBGE), os eleitores podem pesquisar quais são os candidatos que atendem ao perfil de seu interesse.</p>
<p>A lacuna identificada por enquanto é a lista dos candidatos a Deputado Estadual. Por enquanto, dos cargos eletivos esse ano, há listas somente de candidatos à Presidente, Senador, Governador e Deputado Federal.<br />
É bom lembrar que ficha limpa por si só não dispensa conhecer e comparar as propostas e plataforma política dos candidatos. Mas é um bom ponto de partida para eleitores que procuram bem utilizar seu voto, elegendo, como premissa, candidatos comprometidos com a transparência na política.</p>
<p>Tomara que possamos fazer dessa, uma eleição diferente, mais comprometida. Eu me comprometo! E você?</p>
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		<title>Leis de iniciativa popular</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>
		<category><![CDATA[lei de iniciativa popular]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente está em tramitação no Congresso um projeto que modifica a Lei  9.709 de 1998, para permitir a assinatura eletrônica para a  apresentação de projetos de lei de iniciativa popular! E para os projetos que  não conseguirem alcançar o número mínimo de assinaturas, que tramitem na  forma de sugestões legislativas, seguindo as mesmas normas de projetos  apresentados por sindicatos. Você pode apoiar e votar simbolicamente  através do <a  href="http://www.votenaweb.com.br/projetos/913" target="_blank">Vote na Web.</a><span id="more-1445"></span></p>
<p>A lei de iniciativa popular é um dos mecanismos de participação política de que nós cidadãos dispomos. Atualmente pudemos acompanhar como funciona esse processo através da Campanha Ficha Limpa, um exemplo de lei proposta pela população.</p>
<p>A Constituição de 1988 regulamentou que tanto os poderes executivo e legislativo, quanto qualquer cidadão, podem apresentar projetos que lei. E seja qual for sua fonte, ele terá que passar pela aprovação de deputados, senadores e do Presidente da República. Mas para que o seu projeto seja validado e entre na pauta de votação do Congresso, há um longo caminho. Pra começar, o cidadão precisa de um abaixo-assinado com, pelo menos, o equivalente a 1% da população eleitoral nacional, distribuídos por 5 estados diferentes e no mínimo 0,3% dos eleitores em cada uma dessas unidades. No Brasil, que tem mais de 135 milhões de eleitores, são necessárias mais de 1.350.000 assinaturas, contendo inclusive, o número do título de eleitor em cada uma delas!</p>
<p>Desde que a lei de iniciativa popular existe, apenas quatro propostas foram aprovadas pelo Congresso. Outras mobilizações aconteceram, mas em geral, os projetos encaminhados pela iniciativa popular são adotados por um parlamentar que garante sua tramitação no Congresso Nacional, assumindo assim a autoria do projeto.</p>
<p>Já temos mecanismos de participação! Mas precisamos disseminar as informações! Poucas pessoas sabem que podemos propor projetos de leis. Divulguem a matéria e apoiem o projeto de assinaturas eletrônicas no <a  href="http://www.votenaweb.com.br/projetos/913" target="_blank">Vote na Web. </a>Vamos tomar responsabilidade pela nossa política!</p>
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		<title>Dados sobre o eleitor de 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias políticas]]></category>

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		<description><![CDATA[<br />
<b>Warning</b>:  call_user_func_array() [<a href='function.call-user-func-array'>function.call-user-func-array</a>]: First argument is expected to be a valid callback, 'Array' was given in <b>/home/storage/6/84/8b/acordemeprogresso1/public_html/site/wp-includes/plugin.php</b> on line <b>166</b><br />
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados estatísticos divulgados ontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) revelam que as eleições deste ano terão a menor participação de jovens entre 16 e 17 anos -que votam por opção- das últimas três eleições.<br />
Hoje, o eleitorado brasileiro é formado por 2,39 milhões de pessoas nessa faixa etária. Há oito anos, em 2002, eram 2,21 milhões. Em 2004, subiu para 3,65 milhões, em 2006, caiu para 2,56 milhões, mas voltou a subir, para 2,92 milhões, dois anos depois.<span id="more-1376"></span><br />
O tribunal realiza campanhas de incentivo ao voto para essa faixa etária desde 2006 e não sabe explicar o motivo da queda. Técnicos do TSE afirmam, porém, que não é possível dizer que o único motivo é o menor interesse pela política.<br />
Segundo o assessor da corregedoria-geral do TSE Sérgio Cardoso, essa faixa etária é mais a volátil, já que é totalmente renovada a cada pleito -quem vota por opção em uma eleição, já votará obrigatoriamente na próxima.<br />
Esse grupo faz parte de um total de 135,8 milhões de eleitores que, de acordo com os dados divulgados ontem, estarão aptos a votar no próximo dia 3 de outubro. O numero é 7,8% maior do que registrado em 2006, ano das últimas eleições gerais.<br />
Naquele ano, 125,9 milhões de pessoas estavam aptas para ir às urnas. Dois anos depois, nas eleições municipais de 2008, o eleitorado brasileiro era formado por 130,3 milhões de pessoas.<br />
De uma eleição para outra, os dados divulgados pelo TSE mostram que o eleitorado cresce em média pouco mais de 4% a cada pleito.<br />
As mulheres continuam sendo maioria, representando 51,8% do total (ou 70,4 milhões), enquanto os homens representam 48,1% do total (65,2 milhões).<br />
Segundo os números, São Paulo ainda é o maior colégio eleitoral do país, formado por 30,3 milhões de pessoas (ou 22,3% do total), seguido por Minas Gerais (14,5 milhões ou 10,6%) e Rio de Janeiro (11,5 milhões ou 8,5%).</p>
<p>Felipe Seligman &#8211; Folha de S. Paulo</p>
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